E o palhaço o que é?
Plantador de bonitezas no coração da vida, ué?!

Categoria Artigo | 16/05/2017

A infância, eu sendo Marcha Lenta e minha mais luminosa borboleta, minha irmã e companheira, Lua Cheia.

por Bianka Barbosa
(Ou para os mais íntimos... Palhaça Marcha Lenta!)

Tudo começou quando, lá na infância, durante muitas aulas de matemática, as borboletas vinham me visitar pela janela da sala de aula. Eu estudava numa escola que ficava de frente pra Baía de Guanabara e tinha muitas árvores em seu terreno. Era tão bom ir para lá... E o que mais me encantava? Conversar com as borboletas! Foram anos de recuperação em matemática por causa disso, mas nunca me arrependi... Elas tinham tantas coisas para me contar em seu silêncio que eu praticamente nem ouvia a voz da professora. Quando chegava em casa a alegria era tanta que minha mãe, ao invés de me pôr de castigo ou ralhar comigo por conta de tantas insignificâncias, me regava ainda mais com livros e histórias. Meu pai, que sempre foi muito engraçado, ao ouvir o que eu tinha aprendido com as borboletas na escola, dizia me acarinhando: “Mas é uma pateta mesmo! A pateta mais pateta do papai!”. Eu não entendia muito aquele apelido, mas sempre senti tanto amor vindo de meu pai que nem me incomodava.

Até que um dia na escola, durante uma aula de Educação Física, anos mais tarde, a professora, sem saber o que faria com a turma, simplesmente deu a bola e intimou que todos jogassem futebol. Foi uma loucura, pois sempre em toda turma tem aqueles seres monstruosos querendo vencer e impor sua força e brutalidade aos outros... E eu sempre fui baixinha... Pra piorar a situação me colocaram no gol. Minha cabeça me dizia que aquilo era para me sacanear, mas meu coração estava tranqüilo e disposto a não fazer nada. Minha sorte é que eu sempre tive bons amigos e, durante a partida, alguns dos meninos ficaram no gol comigo... uma bagunça! No que a bola vinha na minha direção, eu corria em direção oposta. Se alguma brutamontes ameaçasse me pegar ou chutar a bola para me machucar, eu me escondia atrás dos meninos, que sempre me protegiam. Nessas horas, elas gritavam com muita raiva e em coro: “Mas é uma songamonga mesmo!”. Aquilo me feria um pouco, mas eu sempre tinha em mente as palavras sábias de minha avó: “Filha, lembre-se sempre que seu nome é você e nem todos sabem disso, por isso dizem ofensas que no fundo revelam a elas mesmas!”.

Os anos foram passando e, curiosamente, eu fui convocada pela vida a ser professora. No magistério descobrir que não aguento ser apenas um ser que marca freqüências, reprova alunos, impede as crianças de brincar, tem que ser sempre sisudo para ser levado a sério... Aff!!! Percebi que também precisava ser outras, tal qual o mestre... Precisava continuar minha conversa com as borboletas. Foi aí que nasceram em mim a poesia e o teatro, artes que me reconduziram às minhas amadas palavras aladas da infância. Em estado verbal de poesia e teatro comecei a me dar conta da riqueza daqueles momentos descritos acima. Quantos elementos! Quantas cores! Quantas outras de mim já estavam ali, latentes, esperando o momento certo para desabrochar.

No desejo de sentir meu cheiro, me afastei do mar e rumei para a serra, lugar onde algo de muito mágico aconteceu: conheci seres tão patetas quanto eu. Pessoas encantadas e dispostas ao desencontro de ser, com as quais pude continuar o desafio de raspar as tintas com que haviam me pintado os sentidos. Comecei a sentir a necessidade de revisitar minha história, minhas dores e conflitos, principalmente, e transformá-los em potência criativa, contrariando todos os códigos psicossociais que nos dizem todos os dias que são justamente essas coisas que nos adoecem. Quanta bobagem! Pois foi na beleza encontrada na dor que minha patetice de infância começou a tomar contornos de borboleta. Como são potentes as perdas de quem amamos, as distâncias que não desejamos, os fracassos que não esperamos, as decepções que quase nos aborta o caminho. Foi então que descobri: meu cheiro sempre teve aroma de palhaço!

Ser palhaço... Quando pequena olhava para aquele nariz vermelho e me perguntava: “Como consegue sorrir se seu nariz está sangrando?!”. Hoje procuro reencontrar essa intuição de infância, que já me dizia o que era verdadeiramente sorrir. Hoje meu sorrir resguarda e revela o que sou de mais íntimo com as borboletas: Marcha Lenta, luz interna vista por meu pai após uma longa conversa:

- Pai, você é o maior palhaço da minha vida. Você foi a minha maior dor! Não é maravilhoso!
- É, filha, você realmente é diferente... nunca regulou muito bem... tem a quem puxar! – apontando para si mesmo.
- Mas, pai, sou uma palhaça sem nome... ainda não consigo ouvir...
- Hahaha... natural! Você sempre foi devagar... lerda mesmo, sabe?! Minha eterna Pateta! Olha aí: Pateta!
- Não! Pateta já existe... Sei lá! É outra palavra que pulsa em mim... Mas não consigo ouvir!

Foi quando meu pai, com seu sonho de astronauta, me levou para ver as estrelas. Ficamos em silêncio durante tanto tempo que quase me esqueci do que havíamos falado antes. Ele me olhou profundamente e, como de costume, contou uma piada enigmática. Para mim, sempre, todas as piadas são enigmáticas. Quase nunca as entendo e, quando entendo e começo a rir, ninguém sabe mais o motivo de minha risada.

- Hahahaha... Eu sabia! Escute, filha,- colocando as mãos em meu coração – ele pulsa: Marcha Lenta!

De agora só posso dizer que já não consigo mais não ser o que sou... E eu sou, entre tantas outras coisas, Marcha Lenta: palhaça-poeta nascida para plantar a demora nos olhos das gentes. Como sou grata aos coros violentos da infância! Às sábias e generosas dores... O que seriam dos palhaços e dos poetas sem elas?

No alto das montanhas, cheias de árvores e rios, as borboletas são por toda a parte.

Bianka Barbosa é: professora por compromisso com a vida; poeta por necessidade de sol; atriz por desejo de infância e palhaça por sonhar borboletas. Integrante do grupo de teatro Trupe In-ventada, participa do Projeto Cultivando Saberes e Semeando Poesia, promovido pela Biblioteca Comunitária Novos Horizontes, lugar encantado onde pode, em se plantando, demorar a boniteza nos corações!

Identidade, Infância e Fotografia

Categoria Artigo | 24/04/2017

Máscaras, brincadeiras, reflexão e fotografia. Assim se desenhou uma oficina realizada na Biblioteca Comunitária Novos Horizontes ainda em 2013. Juntamente com Michel Cabral, idealizador e atual diretor do projeto, além de psicólogo, levei a proposta de colocar a criançada para pensar um pouco sobre como eles se veem no mundo. Contei com a ajuda de Michel principalmente num primeiro momento onde trabalhamos a questão da identidade, desejos e expectativas.

Levar as crianças de Morro Grande para esse universo foi encantador, tanto para mim quanto para elas. Após o processo de reflexão, veio o momento de colocar a mão na massa. Cada um recebeu uma máscara em branco para fazer o que quisesse. Com cores e enfeites a vontade, eles se divertiram ao se transportarem para a máscara. A ideia era que cada um ficasse livre para se colocar na máscara, fosse como se enxergava naquele momento, como gostaria de ser ou como pretendia ser no futuro.

Com uma máscara em branco nas mãos, cada um podia ser o que quisesse, uma mistura de mundo real com imaginação e fantasia. Uma atividade lúdica sempre proporciona resultados surpreendentes, e dessa vez não foi diferente.

A oficina terminou com uma fotografia de cada um com a sua máscara, na tentativa de captar a experiência de cada um naquele momento.

A Biblioteca Comunitária Novos Horizontes é um espaço que proporciona as mais diversas vivências para, e com, os moradores de Morro Grande. Contribuir com essa história é enriquecedor para a vida de qualquer pessoa.

Confira o resultado da oficina de máscaras!

Dilliany Justino é fotógrafa, jornalista e coloboradora da Biblioteca Comunitária Novos Horizontes

Biblioteca Comunitária Celebra Seis Anos de Resistência em Zona Rural no Interior do Estado do Rio de Janeiro

Categoria Notícias | 18/04/2017

Por Assessoria de Comunicação

‘A vida cotidiana na América Latina nos demonstra que a realidade está cheia de coisas extraordinárias’. A frase do consagrado escritor colombiano Gabriel García Márquez (1927 – 2014) define bem a trajetória de um projeto na zona rural do município de São José do Vale do Rio Preto, no estado do Rio de Janeiro, que completa 6 anos neste mês de abril.

A Biblioteca Comunitária Novos Horizontes foi idealizada pelo atual diretor do projeto, Michel Cabral, a partir de uma disciplina de Psicologia Comunitária na Universidade. Com o apoio de amigos e muito empenho, o psicólogo conseguiu tirar do papel e colocar em prática o sonho de construir uma biblioteca na comunidade de Morro Grande, onde passou a maior parte da sua infância e juventude.

O projeto cresceu e incorporou outras atividades além da prática de leitura. Sessão de cinema, oficinas musicais, reforço escolar e apresentações teatrais começaram a fazer parte também da iniciativa. Em 2015, nasce o Centro Cultural Novos Horizontes (CCNH) com a intenção de expandir a atuação da Biblioteca Comunitária para além do tradicional espaço de leitura.

Após seis anos e com a colaboração de muitos simpatizantes, a Biblioteca Comunitária Novos Horizontes conquistou um acervo de 6.197 obras, que vão desde livros, revistas, CDs, DVDs e audiolivros. Atualmente, a Biblioteca é o principal espaço de lazer para os moradores de Morro Grande. Dados do último levantamento realizado pelo projeto apontam que no mês de março/2017 a Biblioteca possuía 210 usuários cadastrados. Crianças e jovens estão entre os principais leitores.

O aniversário

Diante de uma situação econômica e política que tem causado tantas perdas para a população brasileira, o projeto Novos Horizontes é um símbolo de resistência comunitária em meio aos retrocessos sociais. Para celebrar as conquistas obtidas ao longo destes seis anos, ocorrerá no sábado (22) o evento de aniversário da Biblioteca. A mostra cultural reunirá as principais atividades realizadas pelo projeto atualmente.

O evento começará às 15h com o oitavo cortejo do projeto ‘Cultivando Saberes e Plantando Poesias’. A iniciativa promove a distribuição gratuita de livros pela cidade a partir de atores que utilizam a cultura popular para interagir com o público. O projeto é promovido pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e realizado pelo Centro Cultural Novos Horizontes.

Após o cortejo, ocorrerá o concurso de fantasias que pretende explorar a criatividade das crianças e jovens da comunidade; seguido por uma apresentação de teatro baseada na obra de Monteiro Lobato realizada pelas crianças.

A noite será destinada para as apresentações musicais. A partir das 20h os alunos da oficina musical da Biblioteca mostrarão o resultado do seu trabalho com a Camerata Novos Horizontes. O encerramento da festa ficará por conta dos músicos da comunidade que prometem não deixar ninguém parado com o forró pé de serra.

O evento é gratuito e será realizado na sede da Biblioteca, localizado na Estrada Afonso Rodrigues Bittencourt, sem número, em Morro Grande. Para saber mais sobre o projeto Novos Horizontes, acesse o site www.ccnhnovoshorizontes.org e descubra ‘as realidades extraordinárias’ escondidas pelas nossas terras latino-americanas.

Serviços

Evento: Aniversário de 6 anos da Biblioteca Comunitárias Novos Horizontes
Quando: 22 de abril
Horário: A partir das 15h
Local: Sede da Biblioteca Comunitária Novos Horizontes - Estrada Afonso Rodrigues
Bittencourt, sem número, em Morro Grande – São José do Vale do Rio Preto
Custo: Gratuito

Atividade Cultural Distribui Livros Gratuitos e Diverte a População de São José do Vale do Rio Preto

Categoria Artigo | 11/03/2017

Por Jaqueline Deister

Já pensou um cortejo de palhaços com ciranda, músicas populares e distribuição gratuita de livros? Não seria uma ótima oportunidade para deixar sorrir aquela criança esquecida em você? O Centro Cultural Novos Horizontes apostou nesta ideia para levar a população de São José do Vale do Rio Preto a uma viagem no universo literário.

A sétima itinerância do projeto ‘Cultivando Saberes e Plantando Poesias’ ocorreu no sábado (4). A atividade começou na Estação ao som de muita música e batucada e terminou na Praça João Werneck com distribuição gratuita de livros para a população.

Madson Carvalho foi um dos atores que integrou o cortejo. Carvalho é coordenador e diretor da companhia de Teatro Circense Andança, que há 23 anos desenvolve atividades cênicas no Brasil. Segundo ele, as pessoas estavam receptivas às brincadeiras e isso contribuiu para que as atividades interagissem com o público.

O diretor da companhia de Teatro Circense Andança também ressaltou a importância do teatro como instrumento de mediação. “Para muitas pessoas a leitura ainda é algo distante, o teatro é uma forma de mediar o universo infinito de possibilidades que a leitura pode proporcionar”, afirmou Carvalho.

atividade cultural novos horzintes

Um dos momentos marcantes da itinerância ocorreu na padaria Rampini do centro da cidade. Os nove palhaços entraram na festa de aniversário do estabelecimento comercial e arrancaram muitas risadas do público presente com piadas, músicas e brincadeiras.

A coordenadora do projeto, Karina Siess, destacou que este foi um dos principais momentos do cortejo. Segundo ela, o próprio dono da padaria, Alfredo Rampini, quis saber mais sobre a iniciativa e destacou a paixão que tem pela leitura.

Para Siess, a itinerância tem sido uma forma de ampliar o campo de atuação do projeto na cidade de São José. A Biblioteca Comunitária Novos Horizontes, em Morro Grande agora vai até as pessoas em suas casas e pelas ruas na busca de formar novos leitores: “A atividade tem chamado outras pessoas para conhecer o espaço da biblioteca. Apesar do projeto ter 6 anos, a população de outros bairros ainda desconhecia a iniciativa, que, até então, estava muito voltada para Morro Grande”, destacou a coordenadora do projeto.

Nesta edição, o cortejo cultural contou com o apoio dos atores da Trupe INventada e do Teatro Circense Andança. Ao todo, ocorreram sete itinerâncias. A próxima atividade está agendada para 22 de abril e irá celebrar o aniversário da Biblioteca Comunitária Novos Horizontes. O projeto ‘Cultivando Saberes e Plantando Poesias’ é promovido pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e realizado pelo Centro Cultural Novos Horizontes.

atividade cultural novos horzintes

Projeto Cultivando Saberes e Plantando Poesias realiza atividade cultural gratuita no centro da cidade

Categoria Notícias | 09/02/17

Que tal aprender se divertindo? Conhecer ‘os causos’ da cultura popular e apreciar uma boa e tradicional roda de ciranda? Gostou da ideia?

Tudo isso e muito mais ocorrerá neste sábado (11), a partir das 16h, no centro de São José do Vale do Rio Preto. A atividade é gratuita e faz parte do projeto ‘Cultivando Saberes e Plantando Poesias’, promovido pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e realizado pelo Centro Cultural Novos Horizontes.

O projeto consiste em incentivar a leitura da juventude a partir de contação de histórias, apresentações e performances teatrais. A itinerância, que entra na sua sexta edição nesta semana, já passou pelos bairros de Morro Grande, Glória e Roçadinho.

Para saber mais sobre as atividades realizadas pelo Centro Cultural Novos Horizontes acesse www.ccnhnovoshorizontes.org e descubra até onde as páginas dos livros podem nos levar!

Serviços:
Atividade cultural do projeto ‘Cultivando Saberes e Plantando Poesias’
Quando: Sábado (11)
Horário: 16h
Onde: Praça do centro de São José do Vale do Rio Preto
Custo: Gratuito

atividade cultura Projeto Cultivando Saberes e Plantando Poesias

Projeto social trabalha com arte e educação em Morro Grande

Categoria Notícia | 03/08/16

Por Jaqueline Deister

Um grande dramaturgo e pensador alemão do século 20 chamado Bertold Brecht disse que ‘todas as artes contribuem para a maior de todas as artes: a arte de viver.’ Ao longo de cinco anos o projeto Novos Horizontes vem acreditando e investindo na ‘arte de viver’ de crianças e adolescentes da comunidade rural de Morro Grande.

O projeto que começou com uma pequena biblioteca comunitária, conta hoje com 6 mil livros e atividades culturais que se estendem para além da leitura. É o caso, por exemplo, do Cinebiblio, que realiza duas sessões abertas de cinema por mês na comunidade e da Camerata Novos Horizontes, que realiza aulas de piano, violão e cavaquinho para jovens e adultos da área rural.

O coordenador do projeto, Michel Cabral, explica que há a preocupação de criar uma ponte entre o cinema e a literatura. “Procuramos priorizar o cinema nacional nas exibições, porque sabemos que a maioria das pessoas acaba consumindo apenas produções estrangeiras. E tentamos valorizar filmes que sejam adaptações literárias, porque desta forma reforçamos o elo da comunidade com a biblioteca” destaca o psicólogo.

Além da exibição de filmes que sempre pensa em destinar uma sessão para crianças e outra para adultos, o projeto também vem incentivando a ‘veia artística ’ dos moradores através da música. Cerca de 13 pessoas se reúnem uma vez na semana para participar da oficina gratuita de violão, cavaquinho e piano que ocorre em uma das salas do Centro Cultural Novos Horizontes. A oficina formou um grupo musical, conhecido como camerata, que se apresenta em eventos culturais organizados na biblioteca.

Arte e educação nunca estão separadas no projeto Novos Horizontes. Despertar o interesse para os livros se tornou uma ponte para integrar jovens que tem talento para realizar atividades com crianças. Um exemplo é a mediadora de leitura Thainá Branco. Para a estudante de 20 anos, a troca de aprendizado é o que ocorre de mais importante no seu trabalho. “Tenho amadurecido desenvolvendo esta atividade com as crianças, além de conhecer melhor quem vive na comunidade, sempre aprendo muito com as próprias crianças”, afirma a mediadora.

Novo capítulo

A história que vem sendo escrita há cinco anos na comunidade de Morro Grande ganhou no último mês de junho um novo capítulo. Toda a dedicação da equipe do projeto foi reconhecida pela Prefeitura da cidade de São José do Vale do Rio Preto que concedeu o alvará de funcionamento definitivo para o Centro Cultural continuar as suas atividades no antigo prédio da Escola Municipal Seraphim Pacheco da Rocha.

No último evento que ocorreu no dia 11 de junho houve a inauguração do novo espaço de leitura da biblioteca comunitária. Uma parte do prédio onde está sediado o projeto foi reformada pela Prefeitura e entregue à comunidade pelo prefeito José Augusto Gonçalves, que se comprometeu, diante dos moradores, a realizar a reforma também das outras salas de atividade do Centro Cultural. Para o idealizador do projeto, Michel Cabral, todas as dificuldades enfrentadas para manter o projeto valem à pena. O coordenador conta que o reconhecimento do esforço realizado tem ocorrido por vários setores. “Em novembro de 2015 fomos contemplados no edital de chamada pública do Ministério da Cultura, o Prêmio todos por um Brasil de Leitores. O projeto ‘Cultivando saberes e plantando poesias’, que esta iniciando suas atividades neste mês vai permitir que o Centro Cultural Novos Horizontes realize atividades ligadas à arte e educação de maneira itinerante, atendendo também outros bairros da cidade de São José”, destaca o coordenador.

Acreditar e incentivar as transformações sociais através de uma educação libertária e progressista, que inclui o diferente e respeita os limites de cada um, tem se mostrado como um caminho em potencial para um mundo que valoriza o que tem sido esquecido por muitos segmentos educacionais: a humanidade.

Segundo dia da V Semana de Meio Ambiente

Categoria Notícias | 07/06/2016

Seguindo com a programação da V semana de meio ambiente, aconteceu hoje a "feira de ciências ecológica" na Biblioteca. Os Educadores Jerry, Thainá, Leo e Eduardo conduziram a experimentação com crianças e adolescentes da comunidade rural do Morro Grande.

Começou a V Semana de Meio Ambiente

Categoria Notícias | 06/06/2016

Começou hoje a V semana de meio ambiente na Biblioteca Comunitária Novos Horizontes. Os Educadores Daiane e Luizinho conduziram a oficina de semeadura com a criançada da comunidade rural de Morro Grande. Respeitar a natureza, valorizar a agricultura e a cultura local estão entre os objetivos do trabalho do CCNH.

Espetáculo "Flor de Cacareco"

Categoria Notícias | 03/04/2016

No próximo sábado, dia 09 de abril, as 18h, o espetáculo "Flor de Cacareco" do grupo de Teatro Circense Andança fecha a programação do V aniversário da Biblioteca Comunitária Novos Horizontes. Venha celebrar com a gente! FLOR DE CACARECO "O que tem ele a lhes oferecer? Tanto, mas tanto pouco. Só e só, uma flor. Mais nada. Uma flor... mas que, de repente, sumiu e que ele não sabe onde está. Uma flor... é o que ele queria lhes ofertar. E assim vai... ruminando, entre graças e outros volteios, o porquê do seu existir. Um palhaço. Cacareco... que fez-se flor e se ofertou."

ENDEREÇO

  • Endereço: Estrada Afonso Rodrigues Bittencourt, s/n, Morro Grande
    São José do Vale do Rio Preto - RJ
  • Email: ccnh@ccnhnovoshorizontes.org
  • Website: ccnhnovoshorizontes.org
  • Telefone: (24) 2247-6966